Mostrando postagens com marcador Dicas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicas. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Dengue

TRISTE! Morre um menino de 6 anos de dengue em São Paulo, mais os médicos da rede pública diagnosticaram, por duas vezes, virose no garoto que morreu na quarta-feira (2).
Um descaso...
A Prefeitura vai investigar o atendimento e os procedimentos médicos e reforçar as orientações da vigilância em saúde nos hospitais e prontos-socorros da capital.
Segundo a mãe da criança, ele passou mal em 24 de março. Tinha febre, dor de cabeça e ânsia de vômito. Na AMA do Jaguaré, o médico teria dito que era virose. Quatro dias depois e, sem melhora, ele foi levado de novo à AMA do Jaguaré onde o diagnóstico foi repetido.
Apenas no dia 31 de março, no pronto-socorro da Lapa, foi feito um exame. O menino foi internado e transferido para o Hospital Universitário da Universidade de São Paulo (USP). Dois dias depois ele teve hemorragia interna, três paradas cardíacas e morreu.

Sintomas
A grande maioria das infecções é assintomática. Quando surgem, os sintomas costumam evoluir em obediência a três formas clínicas: dengue clássica, forma benigna, similar à gripe; dengue hemorrágica, mais grave, caracterizada por alterações da coagulação sanguínea; e a chamada síndrome do choque associado à dengue, forma raríssima, mas que pode levar à morte, se não houver atendimento especializado.
a) Dengue clássica
Nos adultos, a primeira manifestação é a febre alta (39º a 40º), de início repentino, associada à dor de cabeça, prostração, dores musculares, nas juntas, atrás dos olhos, vermelhidão no corpo (exantema) e coceira. Num período de 3 a 7 dias, a temperatura começa a cair e os sintomas geralmente regridem, mas pode persistir um quadro de prostração e fraqueza durante algumas semanas.
Nas crianças, o sintoma inicial também é a febre alta acompanhada apatia, sonolência, recusa da alimentação, vômitos e diarreia. O exantema pode estar presente ou não.
b) Dengue hemorrágica
As manifestações iniciais da dengue hemorrágica são as mesmas da forma clássica. Entretanto, depois do terceiro dia, quando a febre começa a ceder, aparecem sinais de hemorragia, como sangramento nasal, gengival, vaginal, rompimento dos vasos superficiais da pele (petéquias e hematomas), além de outros. Em casos mais raros, podem ocorrer sangramentos no aparelho digestivo e nas vias urinárias.

Vacinação contra a gripe

Não esqueça da vacina contra a gripe!

Quem pode ser vacinado
  • pessoas com mais de 60 anos;
  • adultos e crianças com problemas pulmonares e cardíacos como asma, enfisema, bronquites crônicas, tuberculose e hipertensão;
  • gestantes a partir do 3º mês;
  • pessoas com doença renal crônica;
  • pessoas anêmicas;
  • pessoas doentes que estejam em fase de tratamento que reduz a imunidade (quimioterapia e portadoras do vírus HIV);
  • diabéticos;
  • pessoas que não possuam alergia às substâncias que compõem a vacina;
  • pessoas que dormem em grandes grupos como os albergados;
  • todos os indivíduos que convivem com esses grupos e profissionais da saúde de uma maneira geral.







Bjoksss até a proxima!

sexta-feira, 28 de março de 2014

Otite (Inflamação no ouvido)


Samuel ficou com otite pela primeira vez no carnaval ele tinha ficado com um resfriado poucos dias antes, quando começo uma febre, uma chatice (rsrsrsrrs, sendo verdadeira) e ficava mexendo na orelhinha.
Após 3 dias de febre eu estava desconfiada, foi quando ele estava brincando comigo e parou do nada e apontou para o ouvido e ficou dizendo: Ooo, Ohoohoo.Foi este dia que levei ele no pediatra diagnostico Otite.São varias as situações que pode causas uma otite, água dentro do ouvido, friagem ou depois de um resfriado, a otite provavelmente é a doença mais diagnosticada em crianças pequenas. Três de cada quatro crianças terão sofrido pelo menos uma infecção no ouvido até os 3 anos de idade. Certas crianças têm mais tendência para a dor de ouvido que outras. 
Como identificar que meu filho está com infecção no ouvido?Às vezes é difícil saber, mas, se a criança está resfriada e cerca de três a cinco dias depois fica com febre, pode ser que esteja com otite. Outros sinais são reclamar de dor, mexer na orelha e ficar inquieta demais, diferente de seu estado normal. Mais sintomas: - Perda de apetite. A dor de ouvido pode fazer com que doa para mastigar, engolir ou mamar. - Mudança no sono. Quando a criança deita, o ouvido dói mais. - Diarréia ou vômitos. Se o problema for causado por vírus, ele também pode atingir o sistema digestivo, além do ouvido. - Saída de secreção pelo ouvido. - Cheiro ruim no ouvido. - Dificuldade para ouvir sons baixos. - Problemas de equilíbrio. 

Legal saber também!

Qual é a causa?O problema começa nas tubas auditivas, ou trompas de Eustáquio, que ligam o ouvido médio (também chamado, mais recentemente, de orelha média) ao nariz e à garganta. Bactérias presentes nesses locais acabam indo para as tubas auditivas quando a criança boceja ou engole. Não há problema nenhum nisso, desde que essas trompas estejam funcionando bem -- qualquer líquido que entra volta para o lugar de onde saiu. Se a tuba auditiva estiver inchada por causa de um resfriada, de alergia ou de infecções nas vias aéreas como a sinusite, o líquido fica preso no ouvido médio, o que cria o ambiente ideal para a proliferação de vírus ou bactérias. Quando isso acontece, há a formação de pus, que pressiona o tímpano, que por sua vez fica inflamado -- é a otite média agudaA febre aparece porque o corpo da criança começa a combater a infecção. Outro motivo para as crianças serem suscetíveis a infecções de ouvido é o fato de suas tubas auditivas serem curtas e ficarem na horizontal enquanto elas são pequenas. À medida que vão crescendo, a tuba cresce de 1,25 centímetro para 3,8 centímetros, e também assume uma posição mais vertical, reduzindo a propensão a infecções. 
Fonte BabyCenter Otite

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Saiba tudo sobre as cadeirinhas de carro

Tem duvidas sobre a cadeirinha de carro? Sabe como coloca-la da maneira correta, quando tem que trocar e tem outras duvidas esta tudo aqui!




Preciso mesmo usar cadeirinha no carro?
Sim, já que o uso da cadeirinha de carro é obrigatório no Brasil e quem não utilizá-la será punido com multa. Mais importante que a obrigatoriedade por lei, porém, é a segurança do seu filho. Segundo dados oficiais, em 2007 acidentes de transporte mataram 570 crianças de 0 a 4 anos no Brasil -- e o número pode estar subestimado.
Grande parte dos acidentes acontece perto de casa, em ruas onde a velocidade não passa de 60 km/h. O corpo das crianças é frágil, e as cadeirinhas são projetadas para segurá-las nos pontos mais resistentes do organismo, de modo a causar o mínimo de ferimentos internos.

O próprio impacto com o cinto de segurança, quando ele está na posição inadequada, ou muito largo, pode causar lesões nos órgãos e levar à morte.

Por isso, usar cadeirinha de carro para crianças deve ser um procedimento automático, como usar o cinto de segurança é para os adultos. Acostume seu filho desde pequeno a sempre usar a cadeirinha no banco de trás. Ele não vai estranhar -- vai simplesmente achar que é assim que as coisas funcionam.

Fiquei confusa com a variedade de cadeirinhas na loja. Qual é adequada para que idade?
Existem três tipos principais de poltronas para crianças. Em termos de segurança, mais que a idade, o que interessa é o peso e a altura do seu filho, em relação ao que está escrito no manual de cada cadeirinha.

Bebê-conforto: São cadeirinhas adequadas para bebês recém-nascidos até cerca de 9 kg (algumas até 13 kg), mais reclinadas, e que devem ser colocadas de costas para o banco da frente do carro. Muitas vezes esses modelos possuem uma base que fica acoplada ao cinto de segurança, o que facilita a retirada da cadeirinha.

Esse tipo de bebê-conforto, com cinto de segurança interno de cinco pontos, encaixa na maioria dos carrinhos, o que significa que você pode tirar o bebê do carro dormindo, com cadeirinha e tudo, sem ter que incomodá-lo ou acordá-lo. São os chamados "travel systems".

A desvantagem é que, depois que a criança chega ao limite de peso (9 kg ou até 13 kg), é necessário comprar outra poltrona. Se a criança ainda não tiver 1 ano, a nova cadeira terá de ser do tipo reversível (leia a seguir).

Poltronas reversíveis: São cadeirinhas projetadas para carregar desde recém-nascidos até crianças de cerca de 16 kg ou mais, dependendo do modelo. Enquanto o bebê é pequeno, esses modelos são instalados de costas para o banco da frente do carro. Essa é a posição mais segura, porque protege o pescoço do bebê em caso de impacto.

Antigamente a orientação era para que a poltrona fosse virada para a frente quando o bebê completasse 1 ano e atingisse 9 kg, mas hoje em dia fabricantes e especialistas recomendam que se mantenha a criança virada para trás pelo máximo de tempo possível (até o limite de peso de cada modelo). Um ano de idade e 9 kg é, então, o mínimo.

Essas poltronas têm cintos de segurança de cinco pontos, mas também existem modelos que se transformam em "boosters" para que a criança use o próprio cinto do carro (leia abaixo).

Existem também poltronas não reversíveis, que só podem ser usadas viradas para a frente. Essas só podem ser usadas com crianças de mais de 1 ano e mais de 9 kg. Confira sempre o manual antes de comprar.

Poltronas para o posicionamento do cinto do carro (boosters): São poltronas ou "banquinhos" que servem para a criança ficar mais alta e dessa forma usar o cinto normal do carro na posição correta.

Esse tipo de assento de elevação pode ou não ter encosto. No caso dos sem encosto, é necessário que o carro tenha proteção para a cabeça, que evita o efeito de "chicote" em caso de acidente, um grande causador de lesões na medula espinhal.

Os assentos de elevação com encosto têm a vantagem de posicionar melhor a parte superior do cinto, pois costumam ter "passantes" e ser ajustáveis à altura da criança. Só podem usar esse tipo de poltrona crianças com mais de 4 anos de idade, segundo a resolução do Contran, mas não tenha pressa de fazer a mudança.

A legislação brasileira afirma que esse tipo de cadeira é obrigatório para crianças de até 7 anos e meio, mas o ideal é que ela seja usada até a criança ter 1,45 m de altura. A partir daí ela pode passar a utilizar o cinto normal do banco, sem assento.

Não basta ter a cadeirinha. É preciso saber instalar e usar
Instalar a cadeirinha do carro não é tarefa fácil. É preciso passar o cinto de segurança do veículo pelos locais indicados no manual de instrução do assento (nem sempre muito bem explicado) e apertar bem, até que a cadeira praticamente não se mexa. Para isso, você ou seu companheiro terão que literalmente subir na cadeira, para forçá-la contra o estofado e garantir que a instalação esteja realmente firme.

De acordo com especialistas, o melhor lugar para a instalação da cadeirinha é no assento do meio do banco traseiro, para diminuir o risco de um impacto no caso de acidentes. Sempre que possível, reserve esse lugar para a criança mais nova.

Não adianta ter a cadeirinha e não prender seu filho direito. O cinto da cadeirinha precisa ser colocado de forma que apenas um dedo caiba entre o cinto e o corpo da criança, ou seja, o cinto precisa ficar justo.

Você saberá que ele está bem colocado se não conseguir "pinçar" o tecido usando os dedos polegar e indicador. O motivo disso é que, se o cinto estiver largo, além de a criança poder se soltar, no caso de acidente haverá um forte impacto do corpo dela com o cinto, o que já é suficiente para provocar lesões graves.

Em outros países, como nos Estados Unidos, os carros são equipados com um sistema, chamado LATCH, que facilita a instalação das cadeirinhas. No Brasil o sistema não é obrigatório, portanto você vai precisar instalar o equipamento com o cinto de segurança do veículo.

A regularidade no uso também é essencial. Não use a cadeirinha só para viajar, ou apenas em distâncias mais longas. Acostume seu filho a usá-la sempre, nem que seja para ir até a esquina.

Não posso carregar meu recém-nascido no colo, no banco de trás?
Não. O corpo do adulto acaba esmagando a criança na hora do acidente, em vez de protegê-la. A legislação do Contran determina que todas as crianças usem a cadeirinha até os 7 anos e meio, ou seja, recém-nascidos também estão incluídos.

Seu filho deve sair da maternidade já bem amarradinho na cadeirinha. Você pode até treinar antes de ele nascer, instalando a poltrona e colocando e tirando um boneco para ir se acostumando com os fechos.

Exatamente o que determina a legislação brasileira?
Em boa parte dos países desenvolvidos o uso da cadeirinha já era obrigatório havia anos quando o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) divulgou, em 2008, a determinação obrigando ao uso desse tipo de assento no Brasil.

A lei foi criticada por especialistas por ser branda demais e determinar a obrigatoriedade por idade, em vez de por altura e/ou peso, que são parâmetros mais exatos. Ela também isenta veículos de transporte escolar e de transporte coletivo, como táxis e ônibus, da obrigatoriedade.

Leia abaixo os principais pontos da resolução do Contran:

• Crianças de 0 a 1 ano têm que usar bebê-conforto ou poltrona reversível voltados para a traseira do veículo.

• Crianças de 1 a 4 anos têm de usar cadeirinha.

• Crianças de 4 a 7 anos e meio têm de usar assento de elevação, ou "booster", com o cinto de segurança de três pontos do carro.

• Crianças de 7 anos e meio a 10 anos devem viajar no banco traseiro com o cinto de segurança do veículo.

• Se houver mais de três crianças abaixo de 10 anos no carro, a mais alta pode ir no banco da frente com o dispositivo de retenção adequado (cadeirinha ou booster, se tiver menos de 7 anos e meio) para sua altura e peso. O mesmo se aplica a carros que não tenham banco traseiro ou em que não seja possível instalar cadeirinhas. Especialistas, porém, 
não recomendam que crianças viajem no banco da frente.


• Montadoras e fabricantes de veículos podem estabelecer restrições extras ao uso de cadeirinhas, e essas restrições devem constar do manual do carro. 


Para descontrair!


fonte Baby Center

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Congelamento de frutas


 Meninas achei esse post no blog que sigo.

http://dudueeu.blogspot.com.br/


 Amei porque o Samuel ama suco e gosto de oferecer vários sabores mais nem sempre e possível ter muita variedade por conta do desperdício muito bacana para as mamães sem tempo!




Nada melhor do que oferecer suco natural pros filhotes né, mais todo mundo sabe que nem sempre temos tempo de lavar, descascar e picar a frutinha, então vou ensinar a fazer polpa caseira, iguais as que compramos no mercado. Meninas achei esse post no blog que sigo muito bacana para as mamães sem tempo!
Primeiro que sempre compramos muitas frutas pra oferecer uma variedade durante a semana e nem sempre consumimos todas e ai vem o desperdício, fora que nem sempre é época de morango ou maracujá e por ai vai.

É muito simples congelar em forma de polpa, é só lavar, descascar, picar e bater no liquidificador se precisar coloque bem pouca água  só para o liquidificador funcionar, se for uma das frutas que escurecem é só acrescentar 1 colher de suco de limão.
Para congelar coloque em forminhas de gelo e depois transfira para um saco fechadinho, ou você pode congelar naqueles saquinhos para gelinho ou sacolé.

Ai é só deixar descongelar e bater com água ou leite, o bom é que podemos fazer misturas de frutas e oferecer frutas fora da estação.

Agora vou deixar outros métodos de congelamento de frutas.

O congelamento pode ser feito de quatro formas:

Natural: Lave, descasque, retire os caroços e embale em saquinhos plásticos. Conservação 4 a 6 meses

Polpa ou pure: já expliquei no começo com conservação de ate 12 meses.

Açúcar: ideal para congelar frutas que serão servidas adoçadas em cremes, doces ou sucos.
Coloque a fruta limpa e seca em um recipiente e polvilhe com açúcar, de modo que fiquem totalmente cobertas.
A medida básica é ½ xícara (de chá) de açúcar para cada 600g de fruta.
Deixe descansar até que a fruta libere o suco e dissolva o açúcar, formando um xarope natural.
Tampe o recipiente e leve ao freezer.
Conservação de  8 a 12 meses.

Calda: Ferva uma xícara de água com uma xícara de açúcar, coloque as frutas em um recipiente plástico e cubra-as totalmente com a calda.
Para as que escurecem acrescente ½ colher de suco de limão. Deixe esfriar, tampe e leve ao freezer.
Conservação de até 12 meses. 


Frutas     Preparo e congelamento

  • Abacate     Amassar ou bater no liquidificador com açúcar e limão
  • Abacaxi     Cortar em fatias ou pedaços, congelar em calda ou na forma de suco
  • Acerola     Congele inteira, ao natural
  • Ameixa     Cortar ao meio, retirar os caroços e congelar em calda ou com açúcar
  • Amora     Congele inteira, ao natural ou com açúcar
  • Cereja     Cortar ao meio, retirar os caroços e congelar ao natural
  • Coco     Congele ao natural, em pedaços ou ralado
  • Damasco     Descascar, cortar em fatias e congele com açúcar ou em calda
  • Figo     Congele inteiro ou em pedaços, ao natural ou em calda
  • Frutas Cristalizadas     Embalar em sacos plásticos
  • Goiaba     Cortar, retirar as sementes e congelar como polpa ou em calda
  • Jabuticaba     Congele inteira e ao natural
  • Jaca     Separe os bagos, tire os caroços e congele ao natural
  • Maçã     Descascar, retirar as sementes, cortar em fatias e congelar em calda com suco de limão
  • Manga     Descascar, cortar em fatias e congelar em calda
  • Maracujá     Bater ligeiramente no liquidificador, coar e congelar a polpa
  • Manga     Descascar, cortar em fatias e congelar em calda
  • Melão     Descascar, cortar em pedaços e congelar em calda
  • Morango     Bater no liquidificador e congelar a polpa ou inteiros, com açúcar
  • Pêra     Congelar em calda, com suco de limão
  • Pêssego     Descascar, cortar ao meio, retirar o caroço e congelar em calda com suco de limão

Bjoksss Meninas fiquem com Deus!